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Rompendo a barreira do som.

O avião supersônico atropela as ondas sonoras emitidas por ele mesmo, provocando um grande  e super estrondo.


O som se propaga no ar em ondas concêntricas.
Como faz uma pedra ao cair em um lago.

A barreira do som é o limite de velocidade em que um avião pode se deslocar no ar sem atropelar as ondas sonoras emitidas por ele mesmo.

A velocidade do som no ar é de 340 metros por segundo (1 200 km/h), aproximadamente.

À medida que o avião acelera, essas ondas vão se juntando e ficando como que empilhadas à sua frente, como uma série de barbantes entrelaçados.

Quando o avião finalmente consegue superar a velocidade das ondas, rompe esse cordão imaginário.

"No momento em que a velocidade do som é ultrapassada, ouve-se um estrondo. Muito forte.
É a isso que chamamos romper a barreira do som", comentou o físico Carlos Luengo.

Uma vez rompida a barreira, não há mais estrondos, pois, embora as frentes de ondas continuem a se propagar, elas vão ficando para trás e o vôo prossegue totalmente silencioso.

O primeiro vôo supersônico foi realizado em 14 de outubro de 1947, pelo americano Chuck Yeager, pilotando um Bell X-1.
De acordo com Luengo, os primeiros aviões a ultrapassar a barreira faziam isso em queda livre.

1. As ondas sonoras se propagam de forma concêntrica.
2. À medida que se amplia a velocidade do avião, o ruído também aumenta, pois as ondas vão se achatando.
3. Quando a nave finalmente atinge a mesma velocidade que o som, ouve-se um estrondo, sinal de que foi rompida a barreira.

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