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Ficar sem dormir faz mal.

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O sono é algo essencialmente necessário para o humano.

Sem ele poderemos não funcionar muito bem, estudos e comprovações científicas mostram isso.
Mas dormir mal também pode ser prejudicial; mas sem sono ninguém vive, isso é fato.

O número de horas é bastante variável e difícil de ser avaliado cientificamente. "No livro dos recordes, o máximo alcançado foi de 164 horas", diz o neurologista Flávio Alóe.
Mas um dos casos mais lembrados pelos especialistas é de um estudo, realizado em 1935, no qual um jovem de 24 anos dormiu pouco mais de cinco horas durante um período total de quase dez dias. "Ele acreditava que o sono era apenas um hábito e, portanto, poderia ser interrompido sem detrimento à saúde", diz a biomédica Deborah Suchecki. A partir do quarto dia, o sujeito tornou-se cada vez mais confuso e irracional. Ele não lembrava mais onde estava, passou a apresentar delírios e ficou tão intratável que o projeto foi interrompido. Também, pudera, o tal jovem partiu de uma idéia errada.

O sono é essencial para diversas atividades e funções orgânicas do nosso corpo. Tem papel fundamental, por exemplo, na capacidade de aprendizado e no processo de consolidação da memória. Também atua no amadurecimento do sistema nervoso, por isso as crianças precisam dormir mais horas que os adultos. "É impossível ficar alerta por muito tempo sem ter episódios breves chamados de microssonos. Às vezes, isso pode ocorrer num piscar de olhos mais prolongado", diz Flávio. Nessa situação, as ondas cerebrais partem para um ritmo misto de sono e vigília, mesmo que a pessoa esteja aparentemente acordada. É o que provavelmente acontecia com os participantes do quadro "Guerra do Sono", que era apresentado por Luciano Huck na TV Globo. Nele, ganhava quem ficar mais tempo acordado.

Estudos já mostraram que jovens saudáveis submetidos a um período de sono de quatro horas diárias por seis dias consecutivos apresentam aumento da pressão arterial, da freqüência cardíaca e dos níveis de glicose no sangue. "Essas alterações são semelhantes às características de muitos idosos e foram interpretadas pelos pesquisadores como se a restrição prolongada ao sono transformasse o organismo jovem em idoso", diz Deborah.


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