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A diferença entre dengue, chikungunya e zika

Todo ano são relatados milhares de casos de dengue no Brasil. Porém, não é apenas a dengue que o mosquito aedes aegypti transmite às pessoas.

 A chikungunya e a zika também são transmitidas pelo mesmo mosquito e tem alguns sintomas semelhantes. Mas, as doenças são diferentes.

Aedes aegypti - Sorriso na Web

Saiba diferenciá-las:

Dengue 

Dentre as três, é a mais conhecida e presente no Brasil. O país vive hoje uma epidemia da doença com 367,8 casos para cada 100 mil habitantes registrados até o dia 18 de abril. Transmitida pela picada do mosquito aedes aegypti, tem como sintomas febre alta, dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele. Em casos graves, o doente também pode ter sangramentos (nariz e gengivas), dor abdominal, vômitos e tontura.

Se for um caso grave e não for tratada, a doença pode levar à morte.

O tratamento coniste em procurar um médico. As recomendações são ficar de repouso e ingerir bastante líquido. Não existem remédios contra a dengue. Caso apareçam os sintomas da versão mais grave da doença, é importante procurar um médico novamente.

Chikungunya 

Os primeiros casos “nativos” da doença no Brasil apareceram em setembro de 2014, em Oiapoque, no Amapá. Antes disso, já haviam sido detectados casos de pessoas que contraíram a virose fora do país. A origem do nome chikungunya é africana e significa “aqueles que se dobram”. É uma referência à postura dos doentes, que andam curvados por sentirem dores fortes nas articulações.

É transmitida pelos mosquitos aedes aegypti (presente em áreas urbanas) e aedes albopictus (presente em áreas rurais). O principal sintoma é a dor nas articulações de pés e mãos, que é mais intensa do que nos quadros de dengue. Além disso, também são sintomas febre repentina acima de 39 graus, dor de cabeça, dor nos músculos e manchas vermelhas na pele.
Cerca de 30% dos casos não chegam a desenvolver sintomas. Segundo o Ministério da Saúde, as mortes são raras.

Como no caso da dengue, não há tratamento específico. É preciso ficar de repouso e consumir bastante líquido. Não é recomendado usar o ácido acetil salicílico (AAS) devido ao risco de hemorragia.

Zika 

Descoberto em 1947, o vírus zika foi nomeado a partir da floresta na qual foi descoberto, a Floresta de Zika, em Uganda. No entanto, nessa época, ele não atingia o ser humano, mas, sim, os macacos na região.

Até 2007, somente 14 casos de humanos com a doença haviam sido constatados na África e na Ásia. A maioria das pessoas infectadas não apresentavam sequer sintomas que indicassem o contagio.

Mais uma vez, o aedes aegypti é o vilão da história. Mas o vírus também é transmitido pelo aedes albopictus e outros tipos de aedes.
Os sintomas, são parecidos com os das doenças “primas”: febre, dores e manchas no corpo. Quem é infectado pelo zika também pode apresentar diarreia e sinais de conjuntivite.

Assim como nas outras viroses, o tratamento consiste em repouso, ingestão de líquidos e remédios que aliviem os sintomas e que não contenham AAS.

Autoridades de saúde dos Estados Unidos concluíram que a infecção pelo Zika vírus em mulheres grávidas é a causa da microcefalia e de outros distúrbios cerebrais em bebês.

Todos contra a dengue - Sorriso na Web

De fato, a única saída para estancar a expansão da dengue, que infectou mais de 1,6 milhão de brasileiros em 2015, e da zika, que pode estar ligada a cerca de 5 mil casos suspeitos de recém-nascidos com microcefalia, depende da eliminação dos nascedouros do mosquito transmissor.

Gastão Wagner de Souza Campos, professor do Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, fala que a solução é mais complexa do que apenas uma faxina semanal. “Essa grande infestação de Aedes é produto de uma degradação das nossas cidades. Nós produzimos cidades horríveis para o ser humano, mas ideais para a proliferação do mosquito" Afirmou ele em uma entrevista para a EXAME.com.

Fonte: EXAME


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