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Diga NÃO ao uso de animais como cobaias!

Para que a evolução da ciência aconteça, é necessário fazer experiências, testes e analisar cautelosamente os resultados, para assim, ter certeza da eficácia de um determinado produto ou remédio por exemplo.

Mas com os experimentos científicos em animais, muitas empresas acabam exagerando e passando dos limites éticos.

Diga NÃO ao uso de animais em experimentos - Sorriso na Web

Geralmente os experimentos são realizados sem anestésicos, podendo ou não envolver o ato da vivissecção (dissecação de animais vivos para estudo).

Um exemplo de como são feitos esses experimentos é o uso de coelhos para medir os efeitos químicos da aplicação de cosméticos.

O produto em análise é pingado nos olhos do animal. Os coelhos são mais fáceis de manusear e têm olhos grandes, o que permite a visualização das reações causadas pela substância.

Como os produtos podem causar dor, irritação e ardor, os coelhos são imobilizados e usam suportes no pescoço. Isso evita que se mutilem arrancando os próprios olhos

Também é comum o uso de clipes de metal nas pálpebras para manter os olhos da cobaia sempre abertos, o que ajuda na observação dos efeitos da droga que está sendo avaliada. O estudo costuma ser feito sem anestesia e, como reação à substância testada, podem ocorrer inflamações, úlceras oculares e hemorragia. Em casos extremos, o animal pode ficar cego.

Coelhos são usados como cobaias - Sorriso na Web

Partindo do pressuposto de que o animal é um ser vivo assim como nós que eles também sentem dor e medo, é totalmente incorreto usá-los em experiências científicas. Sem falar que isso é uma coisa totalmente antiguada.

Hoje em dia existem inúmeras maneiras eficientes que podem ser utilizadas em experimentos científicos, substituindo o uso de animais. Como por exemplo os processos de análise genômica e sistemas biológicos in vitro.

O Dr. Albert Sabin explica que a utilização de animais em pesquisas é um retrocesso para a humanidade: "A primeira vacina contra pólio e contra raiva funcionou bem em animais, mas matou as pessoas que receberam a aplicação. As perigosas drogas Talidomida e DES foram lançadas no mercado depois de serem testadas em animais. Dezenas de milhares de pessoas sofreram com o resultado".

Essa questão de usar ou não animais em experimentos vem sendo discutida desde muitos anos, mas foi em 1860 que foram estabelecidos limites no uso de animais como cobaias.

O fisiologista francês Claude Bernard dizia que o uso de animais vivos era indispensável para experimentações e, por isso, ele mantinha um laboratório e um biotério nos porões de sua própria casa. Sua esposa e filha estavam cansadas de ouvir os gritos de animais que diariamente eram torturados, então o abandonaram e fundaram a primeira sociedade francesa em defesa dos animais.

A partir dessa associação, diversas outras sociedades protetoras dos animais também foram fundadas, assim como leis específicas para esse tipo de uso dos animais.

Referência: Mudo Estranho, PEA


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